BMA é a sigla de bone marrow aspirate, ou aspirado de medula óssea. O material é obtido, em geral, do osso da bacia, chamado crista ilíaca, e contém diferentes tipos de células e componentes biológicos.
O uso do aspirado de medula óssea para tratar lesões ortopédicas é classificado como experimental pelo Parecer CFM nº 43/2016, que o restringe a protocolos de pesquisa conforme as normas do sistema CEP/Conep.
















Estudos avaliam o uso de produtos derivados da medula em articulações como joelho e quadril.
Pesquisas investigam aplicações em lesões de cartilagem e tendões.
Há investigação sobre aplicações em alterações do osso, como a osteonecrose.
O tema também é estudado em situações como pseudartrose e falhas de consolidação.
A consulta esclarece o diagnóstico e as opções de cuidado, incluindo tratamentos já estabelecidos. A eventual participação em pesquisa depende de critérios próprios e consentimento específico.
A coleta da medula envolve punção do osso. Quando realizada em protocolo autorizado, a equipe define o centro cirúrgico ou hospital-dia, a anestesia e o monitoramento adequados à complexidade.
Avaliação clínica, exames e orientações de preparo conforme o protocolo.
Técnica estéril, equipe habilitada e orientação por imagem quando prevista.
Acompanhamento do local da coleta e da aplicação, com retorno gradual às atividades conforme orientação.
Consultas em Bangu, Méier e Nova Iguaçu. Fale com a equipe pelo (21) 97506-7075 para confirmar horários, especialista e disponibilidade do serviço na unidade escolhida.
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Não. O PRP é preparado a partir do sangue periférico; o BMA vem da medula óssea. Cada técnica tem composição e enquadramento regulatório próprios.
A coleta envolve uma punção óssea e exige estrutura apropriada, técnica estéril, anestesia e monitoramento conforme o protocolo. Fazer em hospital não substitui as exigências de pesquisa aplicáveis.
O período de observação e a alta dependem do protocolo, do procedimento e da avaliação da equipe responsável.
Consultas e tratamentos convencionais podem ter cobertura, conforme o plano e a autorização da operadora. Para BMA em ortopedia, não é possível afirmar cobertura geral: o enquadramento experimental e o protocolo devem ser analisados especificamente.
Leve seus exames e informe tratamentos anteriores. Converse sobre o diagnóstico, as alternativas já estabelecidas, as evidências, os riscos e as regras aplicáveis ao BMA.
Referência: Parecer CFM nº 43/2016.
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